Conhecendo o mundo de Samurai 8. Análise do Capítulo 2

Conhecendo o mundo de Samurai 8. Análise do Capítulo 2

#Análises Publicado por Allan Kardec, em .

Foi lançado o novo capítulo de Samurai 8: Hachimaru Den, trazendo mais detalhes dessa história que só está no começo, e vemos que o mundo deste mangá é muito diferente dos já criados por Masashi Kishimoto.

O mangá começa com Hachimaru tendo uma refeição e comendo com bastante vontade, após uma noite que finalmente conseguiu dormir bem, sem os cabos de suas costas, ele está com todo apetite para experimentar tudo o que não podia antes. Hachimaru então decide sair para conhecer o mundo, mesmo que sua ideia inicial seja só sentar e jogar, agora ele tem a oportunidade de ver tudo o que nunca tinha visto. Daruma o lembra de levar sua katana, pois um samurai não é nada sem uma, e deve estar sempre preparado, mesmo que ele nunca tenha usado uma antes.

Longe dali um grupo de Javalis está guiando um tanque de guerra, e destruindo tudo por onde passam, e seu destino é um dojo, onde há uma relíquia valiosa.

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Hachimaru sai de casa com seu cão Hayatarou, e ele mostra que além de ter ficado maior, agora possui habilidades interessantes, como a de se meta-morfar e criar asas. Voando pelos céus, Hachimaru tem a primeira visão do mundo, e fica encantando com o que vê. Vemos que o mundo da história é realmente todo tecnológico, conseguimos ver uma cidade gigante cheio de pessoas e carros voadores, cascatas e pontes, natureza e tecnologia, misturados de uma forma orgânica.

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Neste momento uma das balas dos Javalis acertam Hayatarou, e faz Hachimaru cair do céu, dentro de um dojo. Lá há uma pessoa, estranha e isolada, que viveu anos sozinha somente jogando videogame, sem nome, essa pessoa só conversa com suas mãos mecânicas, a mão direita e a mão esquerda que tem reações como se fossem seus pais, ambas tentam fazer que ela saia do quarto e conheça o mundo, mas também têm medo que ela possa ser rejeitada, pois nem seu nome nem seu gênero ela sabe qual é. Ela se assusta ao ver Hachimaru atravessar o telhado e abrir um buraco no teto.

Hachimaru fica contente em conhecer alguém, ainda mais em saber que aquele garoto(a) gostaria de também ser um samurai, ele explica para Hachimaru que ali é um dojo de guerreiro que protegem a cidade, mas que nunca saiu de lá, pois foi abandonado desde pequeno, e até é conhecido como Sem Nome. Hachimaru tenta convencer o Sem Nome a sair, e os dois apostam que após um jogo, se ganhar, Hachimaru o levará para fora. Sem nome não acha possível perder, pois passou toda sua vida jogando, e por ser o Numero 2 em jogos online, ninguém que vivesse e sai-se pelo mundo nunca ganharia.

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Em uma partida rápida, Hachimaru vence Sem Nome no jogo em um único golpe, e explica que ele é o Numero 1, que por anos também esteve preso em casa jogando, e que estava muito feliz em conhecer alguém em seu primeiro dia saindo.

Assim, Hachimaru convence Sem Nome a sair, e se juntar a ele para conhecer o mundo. Enquanto isso o tanque dos Javalis se aproxima da cidade.

Considerações

Este capítulo vemos o primeiro companheiro de Hachimaru ser introduzido ao mangá, achei interessante pois há uma historia atrás desse acontecimento, não foi só por serem "amigos de colégio" ou "da mesma cidade". Algo que me deixou confuso, é que aparentemente o autor irá tentar deixar o personagem sem um gênero distinto, mas claro, deverá dar um nome melhor a ele pois "Sem Nome" é muito genérico para um companheiro, me lembrou Robinson Crusoe quando encontra o nativo Sexta-Feira, na falta de uma forma de chamar, dar-se-á o nome mais simples.

Um detalhe que me chamou a atenção desde o primeiro capítulo é que vemos um mundo Cyberpunk diferente dos "normais", se é que há um normal, neste a tecnologia é orgânica, equipamentos, máquinas coexistem juntos da natureza e das pessoas, algo que parece tirado da cabeça de H. R. Giger.

Vemos por exemplo o Hayatarou, sua transformação não há pontas, nem peças, se forma como se a "maquina" fosse liquida. A cidade dá para ver uma mescla entre equipamentos e ambiente, sem postas e circuitos, algo "mesclado". Claro que precisaríamos ter mais imagens coloridas, para ver se há a abundância de luzes e cores que o gênero Cyberpunk tanto presa, mas já vemos que é uma pegada diferente do padrão.

A história está consistente, mantém a leitura interessante e sem enrolar, como disse na última análise, os personagens ainda são simples mas o ambiente é muito rico e detalhado, e nesse episódios vemos que podem ficar ainda mais detalhados.

Veremos o que os próximos capítulos nos mostrará. Se não leu a primeira análise de Samurai 8: The Tale of Hachimaru, clique aqui para conferir!

Allan Kardec
Allan Kardec #okardec

Analista e Administrador de Sistema vulgo Programador

Amante de artes, com gostos peculiares e até duvidosos!

Todo dia [ou quase] criando uma análise ou indicando um indie interessante ou desconhecido.

Vem me ver testar algum joguim aleatório https://www.twitch.tv/okardec

Administrador, Earth, Solar system - Milky Way
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